Biblioteca Mágica Tenho interesse
Instituto Letra & Número

Biblioteca Mágica

Uma abordagem de ensino em que a criança aprende dentro de uma história.

Na Biblioteca Mágica, os personagens precisam da ajuda da criança, e é para ajudá-los que ela aprende. A abordagem nasceu da pesquisa em cognição narrativa e chega ao atendimento em sessões prontas.

Merlin e os dois dragões
Cinderela
A lenda do Saci
Galileu Galilei
Manual para Monstros Iniciantes
Odin
Ísis e Osíris
A lenda do Curupira

Lendas e mitos do mundo · Merlin e os dois dragões

Capítulo I · A abordagem

A Biblioteca Mágica é uma abordagem de ensino do Instituto Letra & Número.

Ela nasceu da pesquisa em cognição narrativa, o campo que estuda como pensamos por meio de histórias. A criança aprende melhor quando o conteúdo tem sentido para ela, e a história é o lugar onde esse sentido aparece.

Pense numa criança que repete a sílaba no caderno sem saber para que ela serve. Agora pense na mesma criança lendo a palavra que abre a porta do castelo, porque os amigos dela ficaram presos lá dentro. O conteúdo é o mesmo nas duas cenas. Na segunda, ela tem um motivo para aprender.

Por isso, na Biblioteca Mágica, a criança aprende ajudando e ensinando personagens. Ela ocupa o lugar de quem sabe alguma coisa de que o outro precisa, e esse lugar muda a relação dela com o esforço.

Uma narrativa pronta oferece um mundo possível. A intervenção narrativa pergunta o que a criança faria com esse mundo.Das aulas da Biblioteca Mágica
As partes da abordagem

A abordagem tem partes diferentes, e cada uma cuida de um lado do desenvolvimento.

As crianças da história chegam à floresta do Boitatá
Na plataforma hoje Aprendizagem

Literacia e numeracia

É a parte das histórias que ensinam a ler e a contar. O programa tem 26 módulos em trilha, e cada módulo junta uma história, uma sessão de literacia e uma sessão de numeracia.

Ver a estante
O Frank na estufa da escola, com a turminha de monstros e a menina
Lista de interesse Compreender histórias e pessoas

Gramática narrativa e processamento social

A criança aprende como uma história se organiza e usa essa estrutura para entender as pessoas. Ela aprende a perceber o que o outro quis e a prever o que pode acontecer depois. O programa do Frank, o Manual para Monstros Iniciantes, mora aqui.

Odin sentado diante da grande árvore do mundo
Lista de interesse Agir sobre a própria vida

Agência

A criança e o jovem aprendem a agir sobre problemas que fazem sentido para eles, sozinhos e junto com os outros. Nas histórias, cada personagem faz a parte que consegue, e o grupo resolve unido. Com o tempo, o que se aprende entra no projeto de vida de cada um.

Outro produto

O RPG terapêutico é separado da abordagem de ensino. Ele foi feito para a psicoterapia de adolescentes e adultos e tem um capítulo só dele.

Ir para o RPG →
Capítulo II · A metalepse

A história atravessa a página e chega à vida da criança.

Na teoria literária, metalepse é o nome do momento em que a fronteira entre a ficção e a realidade é atravessada. Na intervenção narrativa, essa travessia é provocada de propósito, para que o que a criança viveu dentro da história volte com ela para a vida. Role a página para atravessar o ciclo.

O ciclo · 1 de 6

Vida

A criança chega com a vida dela. Ela traz as dificuldades da escola e os conflitos que vive com as pessoas, mesmo quando ainda não sabe dar nome a eles.

O ciclo · 2 de 6

Ficção

Ela aceita o pacto da história e entra num mundo com regras próprias. A teoria chama esse movimento de metalepse inversa, porque a vida da criança entra na ficção junto com ela.

O ciclo · 3 de 6

Simulação

Dentro da história, ela experimenta decisões sem sofrer as consequências de verdade. A ficção funciona como um laboratório em que se pode errar e tentar outro caminho.

O ciclo · 4 de 6

Reflexão

Depois, ela pensa sobre o que viveu. A conversa pergunta por que o personagem escolheu daquele jeito e o que teria acontecido se ele seguisse por outro caminho.

O ciclo · 5 de 6

Transformação

O que foi ensaiado na ficção vira recurso para a vida. A metalepse se completa quando a criança age de um jeito novo fora da história.

O ciclo · 6 de 6

De volta à vida

A criança aprende a entrar nas histórias e a sair delas de propósito. A ficção vira um instrumento dela, que ela pode usar de novo sempre que precisar.

Capítulo III · Folheie um livrinho

Na plataforma, cada sessão abre como um livro.

A criança vira as páginas na tela, e as perguntas aparecem nos momentos certos da história. Escolha um dos livrinhos e passe as páginas com as setas ou com o dedo.

Nesta página

Merlin e os dois dragões, da coleção Lendas e mitos do mundo, em leitura dialogada de complexidade baixa.

Capítulo IV · A estante da Aprendizagem

A estante da Aprendizagem vai de Alice a Zal.

O programa de literacia e numeracia tem 26 módulos, um para cada letra do alfabeto. Cada módulo traz uma história, uma sessão de literacia, uma de numeracia e as atividades da semana. A prova de nivelamento mostra por qual módulo a criança começa.

    Módulo 2 · Letra B

    Boitatá

    Literacia
    Segmentação de sentenças, manipulação de rimas, nomeação rápida e reconhecimento de vogais.
    Numeracia
    Recitação numérica.
    O que vem em cada módulo

    Cada módulo chega pronto, da sessão às tarefas da semana.

    Você não precisa montar material do zero. Tudo isto existe para a literacia e para a numeracia. Quando a criança precisa de mais tempo, o mesmo objetivo tem três variações a mais, e ela pratica o conteúdo por até quatro semanas.

    A sessão pronta

    A história vem com os desafios de literacia e de numeracia no momento certo e com o reconto no fim. Aqui, o gavião conta os sapos com o 5 antes do 4 e pergunta à criança se contou certo.

    O livro para a criança praticar

    Os livros de atividades de literacia e de numeracia reforçam o que a sessão ensinou, com prática deliberada e aprendizagem sem erro.

    As tarefas da semana

    A família recebe as tarefas pelo link de casa, e a criança continua praticando entre uma sessão e a outra.

    O manual teórico

    Um guia teórico e prático explica o porquê de cada escolha e ajuda a adaptar a sessão para cada criança.

    De brinde

    O Laboratório de histórias

    A plataforma tem um laboratório onde a criança cria a própria história, do jeito que quiser. Ela escreve, desenha com o dedo ou fotografa o desenho do papel, e cada parte vai ganhando forma num mapa.

    A criança usa o tablet, e a terapeuta acompanha no computador, com as duas telas ligadas. O enredo segue a gramática narrativa, a jornada do herói ou a jornada da heroína, e qualquer parte pode se abrir em escolhas para trabalhar a resolução de problemas sociais.

    Quando a história é dela, a criança treina a estrutura narrativa com o assunto que mais a interessa.

    A tela da terapeuta no Laboratório de histórias, com o mapa da história e a conferência ao lado
    O cartão do sentimento na tela da criança, com o desenho e o texto
    A folha de desenho, com as cores e um desenho de criança
    A história pronta, como um livro

    Na tela da terapeuta, o mapa da história, a pergunta-modelo de cada parte e a conferência do nada vem do nada, que avisa quando uma escolha aparece sem pista antes.

    Capítulo V · A plataforma

    A plataforma reúne tudo o que a sessão pede.

    O portal da Biblioteca Mágica foi feito para o atendimento. Você abre, escolhe o livro e atende. Hoje ele traz o programa de literacia e numeracia completo, e os outros programas entram nele aos poucos.

    Provas de nivelamento

    A prova de literacia é narrada, e a de numeracia você lê para a criança. O resultado vem explicado e mostra por onde começar.

    Ficha de cada criança

    O cadastro e o caminho de sessões de cada criança ficam no mesmo lugar, prontos para a próxima consulta.

    Desafio da Sessão

    Uma economia de fichas acende uma estrela a cada etapa vencida. O prêmio é combinado com a criança antes de começar.

    Sessão e reconto gravados

    Se quiser, você grava a tela da sessão e o áudio do reconto, para acompanhar como a narrativa da criança evolui de uma semana para a outra.

    O link de casa

    Cada criança tem o seu link, sem senha, com as tarefas da semana e os recados para a família.

    Versões de cada história

    A mesma história existe em leitura dialogada, curta, média, longa ou com foco num construto, e em leituras interativas, uma para cada objetivo. Os manuais vêm prontos para copiar.

    E ainda tem
    • A ficha dos sons, com todos os fonemas da língua, uma palavra de exemplo e a gravação de cada um.
    • O aplicativo, que se instala no computador, no tablet e no celular.
    • Letras maiúsculas ou minúsculas e fonte acessível, no tamanho de que a criança precisa.
    • Estantes de contos de fada, mitos, lendas e cientistas, além dos módulos.
    • A equipe da clínica, com cada profissional no seu acesso.
    • O registro de tudo o que foi aplicado e baixado, para exportar em planilha.
    Capítulo VI · O RPG terapêutico

    Na psicoterapia, a história pode ser vivida a duas vozes.

    O RPG é um produto separado da abordagem de ensino, feito para a psicoterapia de adolescentes e adultos. A terapeuta é a mestre, que descreve o mundo e dá voz aos outros personagens. O paciente decide o que o personagem dele faz, e o dado de vinte faces decide quão bem dá certo.

    A plataforma do RPG já existe e é usada nos atendimentos.

    A tela da mestre · no seu computador
    A tela do paciente · no tablet ou no celular

    A terapeuta abre a mesa no computador. O objetivo da sessão e a lista do que não pode faltar ficam só na tela dela.

    Experimente

    Jogue o dado da plataforma.

    É o mesmo dado que o paciente joga na mesa. A Nina quer correr atrás do espião, e a habilidade dela soma dois pontos ao número que sair.

    Correr +2

    Arraste o dado e solte para jogar

    O que está em jogoA Nina descobre quem estava espiando?

    • Sucesso total20 ou mais
    • Sucesso15 a 19
    • Parcial11 a 14
    • Falha6 a 10
    • Falha total5 ou menos
    O rádio da mesa

    Cada cena tem a sua música.

    A estação que a mestre escolhe toca nas duas telas ao mesmo tempo. Ouça algumas das oito estações.

    As outras estações são Estrada, Masmorra, Noite e Neve. Todas as músicas são livres para uso (CC0).

    Na tela da mestre

    Tudo à mão durante a sessão.

    • O objetivo da sessão, que só você vê, e os combinados do que fica de fora e do que pede cuidado.
    • A lista do que não pode faltar, para a sessão valer mesmo quando a história muda de rumo.
    • Cada encruzilhada em cinco passos, da cena para ler até a conferência antes de seguir.
    • As cinco consequências prontas, e a que o dado decidiu acende sozinha.
    • O mapa com névoa, para revelar os lugares aos poucos e mostrar as imagens na tela do paciente.
    • Os personagens da mestre, com o vilão e o que o move, e os relógios que contam o tempo da história.
    • O registro do que você observou no jogo, com apoio ou sozinho, e o diário que o site anota sozinho.
    Na tela do paciente

    Um mundo para entrar de verdade.

    • O mapa do mundo de ponta a ponta, com zoom e com o caminho já feito em pontilhado dourado.
    • A ficha do personagem, com vida, sorte, habilidades e itens, e o momento de subir de nível.
    • As abas de vidro com os personagens, os lugares, as pistas, a mochila e a história até aqui.
    • O caderno, onde o paciente escreve e você lê na sua tela.
    • O dado de vinte faces em 3D, que o paciente arrasta e joga, com som.
    • O rádio com a música de cada cena e o botão de pausa, para respirar quando precisar.
    Para preparar

    Campanhas prontas e as suas.

    • Mundos prontos, que começam do zero com cada paciente e se adaptam sem mexer nos outros.
    • A preparação da sua própria campanha, passo a passo, com o porquê de cada campo.
    • O conto de cada sessão, que você lê e aprova antes de ela virar jogo.
    • Uma campanha de ensaio, para treinar a mesa sozinha antes do primeiro paciente.
    • A cola da mestre e as explicações de cada parte da tela, sempre a um toque.
    A vila do Matinho, com casas de pedra e lanternasMundo
    Matinho e a Chama de PrutãoA vila, as lojas e as ruas de neve
    O mapa de Rosa-dos-Ventos, com rios, pontes e um farolMapa
    Rosa-dos-VentosRios, pontes e um farol para alcançar
    O mapa do mundo do Matinho visto de cimaMapa
    Matinho e a Chama de PrutãoO mundo inteiro visto de cima
    A Capitã Sal, de trança ruiva, no portoVilã
    Capitã SalA rival que também quer o mapa
    Uma rua de Rosa-dos-Ventos ao entardecerLugar
    Rosa-dos-VentosAs ruas onde a aventura começa
    Os personagens do mundo do Matinho lado a ladoElenco
    Matinho e a Chama de PrutãoOs personagens que o paciente encontra

    Mundos inteiros, prontos para a primeira sessão.

    Cada campanha traz o mapa, os lugares, os personagens e as aventuras. Para quem quer aprender a conduzir a mesa, o curso de RPG terapêutico ensina a aplicar a abordagem na psicoterapia, da preparação da campanha à última sessão.

    Capítulo VII · Formação

    A formação ensina o porquê de cada escolha.

    Ela começa pelos fundamentos da cognição narrativa, que servem a todos os programas. Depois vêm os cursos de cada programa e o acompanhamento, individual ou em grupo.

    A base de tudo

    Fundamentos da cognição narrativa

    O curso explica o que é o pensamento narrativo, a gramática narrativa, a metalepse, a aprendizagem significativa e o papel da rede do modo default.

    Por programa

    Cursos de cada programa

    Cada curso ensina a teoria e a prática de um programa, seja literacia e numeracia, processamento social, agência ou RPG.

    Individual

    Supervisão

    Encontros para levar os seus casos e planejar intervenções narrativas com acompanhamento próximo.

    Em grupo · com certificado

    Mentoria em grupo

    Encontros ao vivo com outras profissionais que usam a Biblioteca. Quem conclui a mentoria recebe o certificado de aplicador da Biblioteca Mágica.

    Instituto Letra & Número

    Certificado de Aplicador

    da Biblioteca Mágica

    Certificamos que

    o seu nome

    concluiu a mentoria em intervenção narrativa da Biblioteca Mágica.

    Biblioteca MágicaLetra & Número

    Este é o certificado que você recebe ao concluir a mentoria em grupo.

    O que dizem as profissionais

    As profissionais contam como foi.

    São mensagens que chegaram nos grupos de supervisão e no chat de um evento ao vivo. Muitas foram escritas logo depois de a profissional aplicar a Biblioteca com as crianças.

    Depois das sessõesProfissionais que aplicam a Biblioteca Mágica

    Lia, ele amou a história. Nunca vi esse menino tão engajado numa tarefa, sério. Pediu pra ver mais!

    Tive que contar duas histórias pra ele hoje. Ele tá amando, faz super rápido.

    A mãe está conseguindo fazer todas as tarefas de casa com ele e ainda lê uma historinha antes de dormir. Tá sendo um sucesso.

    Confesso que estava um pouco resistente no início, mas já tem três meses e estou chocada com o quanto as crianças estão avançando rápido.

    Estou sem palavras para o trabalho de vocês! Não sei quem gosta mais, eu ou as crianças.

    No grupo de supervisãoSupervisão da Biblioteca Mágica
    HS
    Hélen S.

    Hoje foi daquelas segundas-feiras que fazem a gente sair com vontade de assistir à aula gravada ainda hoje e ruminar noite adentro tudo que foi falado. A cabeça fervilhando de ideias e vontade de querer mais e mais.

    MH
    Maria Helena

    Eu também amei a aula. Concordo com você, a cabeça fervilhando. Feliz em fazer parte desse estudo!

    CC
    Cristina C.

    Estou lendo o livro. Estou fascinada com a proposta e a fundamentação da Biblioteca Mágica! Agradeço, mais uma vez, pela oportunidade de fazer parte deste grupo de aprofundamento. Como estou aprendendo!

    HS
    Hélen S.

    Meninas, obrigada por tudo. Vocês fazem a diferença em minha vida e, consequentemente, na das crianças e dos jovens com quem trabalho.

    No grupo de cognição narrativaProfissionais usando a plataforma e o RPG
    L
    Lara

    Eu gostei bastante! A plataforma tá ótima. Eu tô bem satisfeita.

    Eu achei tão legal jogar. É mais legal que mestrar!

    PC
    Patrícia C.

    Lia, eu tô impressionada com seu dom.

    Monstros Iniciantes e mitologia, que eu notei aqui. Amei! Vou experimentar. Achei lindo, sensacional.

    No chat do evento ao vivoProfissionais que assistiram às aulas
    H
    H.

    Fazer supervisão com Elisa e Lia foi transformador! Não poderia esperar menos daqueles que aprendem com este grande mestre.

    NF
    Nilza F.

    Estou participando online e imaginando essa aula ao vivo com esses profissionais maravilhosos. Transmitem os conteúdos com tranquilidade e clareza. Meus parabéns!

    SB
    Silvia B.

    Foi um prazer enorme conhecê-los ao vivo e ouvi-los. Muito obrigada por esse momento tão rico.

    FA
    Flávia A.

    Super interessada nesse projeto! Amei a seleção das narrativas!

    PR
    Patrícia R.

    Aulas maravilhosas, estou sem fôlego!

    RP
    Rosana P.

    Simplesmente espetacular! Muito obrigada.

    R
    Rayssa

    Que manhã incrível de aprendizado!

    MG
    Margareth G.

    Quanto aprendizado! Muito obrigada!

    Os nomes foram abreviados, e os nomes das crianças foram retirados.

    Capítulo 1 · página 1Como a contação de histórias promove o desenvolvimento sociocognitivo da criança

    Capítulo VIII · O livro

    A teoria inteira cabe num livro.

    Obra inédita na literatura mundial.
    Marco Antônio Arruda, no prefácio

    A Biblioteca Mágica, um portal narrativo para a numeracia e a literacia, tem dez capítulos e mais de quinhentas páginas. Cada capítulo responde a um dilema de quem ensina. Passe o mouse ou toque num capítulo para descobrir qual.

    1. O neuropediatra Marco Antônio Arruda abre o livro lembrando as histórias que voltou a inventar para o neto, e apresenta a obra como inédita na literatura mundial.

    2. Por que tantas crianças avançam na escola sem consolidar o básico?Muitas chegam ao quinto ano sem a tabuada, e a escola costuma responder baixando o sarrafo. Vitor Geraldi Haase mostra por que a narrativa torna a aprendizagem eficiente e, sobretudo, significativa.

    3. Por que contar histórias transforma o cérebro da criança?Desde os primeiros meses, o sorriso, o olhar e o consolo já formam pequenas histórias entre o bebê e quem cuida dele. O capítulo mostra por que a narrativa desenvolve memória, linguagem e teoria da mente de uma só vez, com uma transferência para a vida que os treinos isolados raramente alcançam.Primeira autoria de Lia Constantino Criscoullo

    4. E se a narrativa for uma das arquiteturas do pensamento humano?É o capítulo mais ambicioso do livro, com cerca de noventa páginas. Ele parte do analfabetismo funcional e mostra como a gramática narrativa vira o esquema que a criança usa depois para ler, para resolver problemas de matemática e para construir a própria identidade.Primeira autoria de Vitor Geraldi Haase

    5. Como ensinar quando aprender se torna difícil?A prática deliberada de Anders Ericsson organiza o ensino em pequenas metas, com retorno imediato e dificuldade ajustada a cada passo. O capítulo mostra quando estimular a autonomia e quando oferecer direção, para a inclusão chegar de verdade à sala de atendimento.Primeira autoria de Giulia Moreira Paiva

    6. O que vem antes das competências?Competências não surgem sozinhas. O capítulo transforma o currículo num mapa de pequenos degraus, em que cada conceito dá sentido à habilidade e cada habilidade praticada aprofunda o conceito.Primeira autoria de Elisa Braz Cota

    7. Como a teoria vira uma intervenção que cabe na semana?São 26 módulos de numeracia e 26 de literacia, cada um com a sessão, o livro de atividades e o manual. Quando a criança precisa de mais tempo, ela reencontra os mesmos personagens em atividades novas, e a prática continua sem virar decoreba.Primeira autoria de Lia Constantino Criscoullo

    8. Como a criança constrói o conceito de número?A numeracia começa muito antes da escola, na percepção intuitiva das quantidades. O capítulo segue a trajetória do conceito de número e mostra por que palavras como ganhou e a mais que derrubam tantas crianças nos problemas.Primeira autoria de Elisa Braz Cota

    9. Como ensinar aritmética de forma significativa?A didática leva a criança da aprendizagem sem erro ao retorno reflexivo, até ela conseguir corrigir a si mesma. Dentro das histórias, dividir recursos e ajudar personagens dão sentido à multiplicação e à divisão.Primeira autoria de Elisa Braz Cota

    10. O que significa, de fato, saber ler?O capítulo apresenta a Corda Trançada Ampliada da Literacia, que integra a decodificação, a linguagem e a organização narrativa num só modelo, e compara a trajetória proposta com os níveis de alfabetismo funcional do INAF.Primeira autoria de Lia Constantino Criscoullo

    11. Como levar a ciência da leitura para a sessão?São 26 módulos construídos em torno de contos clássicos, de Alice a Emília, com critérios objetivos para a criança avançar no momento em que domina cada etapa.Primeira autoria de Lia Constantino Criscoullo

    12. A abordagem funciona na vida real?Uma adolescente entra no meio da trilha de literacia, no ponto exato que a avaliação indicou. O capítulo acompanha a intervenção com testes padronizados e com a observação de como ela aprendeu.Primeira autoria de Lia Constantino Criscoullo

    O livro já está à venda pelo WhatsApp do Instituto Letra & Número: (31) 97105-0316.

    Capítulo IX · Quem escreve

    A Biblioteca Mágica é escrita a dez mãos.

    Autores da abordagem e do livro, sócios do Instituto Letra & Número. Toque num nome para conhecer cada um.

    Instituto Letra & Número
    O Instituto Letra & Número

    A primeira clínica narrativa do Brasil.

    O Instituto Letra & Número é especialista em intervenções narrativas. Foi lá que a Biblioteca Mágica nasceu, e é lá que ela é aplicada toda semana, ao lado de avaliações neuropsicológicas feitas por profissionais de referência na área.

    Tudo o que esta página apresenta passou primeiro pelo consultório. As histórias, as sessões e a plataforma foram testadas com crianças e adolescentes de verdade antes de chegar às outras profissionais.

    Procura avaliação ou atendimento para uma criança ou um adolescente? Clique aqui para agendar.

    Perguntas frequentes

    O que as profissionais costumam perguntar.

    Qual é a diferença entre a abordagem, a plataforma e o RPG?

    A abordagem é o jeito de ensinar com histórias, e ela orienta tudo o que fazemos. A plataforma é o portal onde ficam as sessões prontas da abordagem. O RPG é um produto à parte, com plataforma própria, feito para a psicoterapia de adolescentes e adultos.

    A plataforma já está aberta?

    Estamos abrindo aos poucos, pela lista de interesse. Você marca o que quer conhecer e recebe o convite pelo WhatsApp.

    Para que idades serve?

    A literacia e a numeracia atendem crianças em alfabetização, nos primeiros anos do ensino fundamental, e também as que avançaram na escola sem consolidar essas bases. O RPG foi pensado para adolescentes e adultos.

    Funciona no atendimento online?

    A sessão abre no navegador do computador ou do tablet, e a plataforma também se instala como aplicativo. No consultório, a criança acompanha na tela, e no atendimento online você compartilha a tela com ela.

    Preciso fazer o curso para usar?

    Você pode começar pelas sessões prontas. O curso de fundamentos explica o porquê de cada escolha e ajuda a adaptar a história para cada criança.

    Como recebo o certificado?

    O certificado de aplicador da Biblioteca Mágica é entregue a quem conclui a mentoria em grupo.

    Epílogo · A sua parte da história

    O que você quer conhecer primeiro?

    Marque o que te interessa. A mensagem vai pronta para o nosso WhatsApp, e a gente responde com os próximos passos.

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